Inédita Royal Enfield elétrica levará ''ao menos três anos''

Executivo da marca indiana afirma que a empresa trabalha no desenvolvimento desse produto, mas não apressará lançamento
Royal Enfield produção Argentina 2

Royal Enfield produção Argentina 2 | Imagem: Divulgação

Assim como nos carros, a adoção de propulsores elétricos em motocicletas vem se popularizando. Mas como tal modernidade será levada a cabo por montadoras tradicionais? De acordo com Siddharta Lal, diretor de gestão da Eicher Motors, dona da Royal Enfield, tal evolução será feita com muito cuidado.

Na Índia, a Royal Enfield detém cerca de 95% do mercado de motos entre 250 e 750 cm³, número que vem se mantendo apesar de montadoras locais estarem cada vez mais se associando a grandes marcas globais em busca de uma fatia desse segmento mais premium. Uma das apostas das concorrentes está exatamente na eletrificação dos produtos.

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Em entrevista ao site indiano Economic Times, o executivo da Royal Enfield afirmou que “da forma com a qual estamos trabalhando as motos (elétricas), não seremos a primeira a ter um produto elétrico no mercado. Estamos pesquisando o mercado e a tecnologia, além de termos uma equipe dedicada a motos elétricas na empresa. A pesquisa do segmento é constante, montamos nossos próprios protótipos, andamos neles, definimos o que gostamos ou não”. 

Além disso, Lal deu uma leve alfinetada nos rivais, dizendo que “Você não verá uma moto elétrica de produção nossa (da Royal Enfield) nos próximos três anos, no mínimo. Talvez seja mais tempo. Nós estamos desenvolvendo esse produto de maneira acelerada, mas não estamos tentando correr para lançá-lo de qualquer forma no mercado e fazer um trabalho patético”. 

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