Honda CG 160 2027: 5 mudanças que chegam à moto mais vendida do Brasil

Linha 2027 da Honda CG 160 ganha sistema flex em todas as versões, USB-C e novos recursos de sinalização
Honda CG 160 2027

Honda CG 160 2027 | Imagem: Divulgação Honda

A Honda CG 160 2027 chegou ao mercado brasileiro com atualizações em todas as versões, incluindo mudanças na alimentação do motor, nos comandos e nos equipamentos de sinalização. A linha mantém as configurações Start, Cargo, Fan e Titan, com preços sugeridos entre R$ 17.778 e R$ 21.098, sem frete e seguro.

A principal novidade é a adoção do sistema FlexOne em toda a família. Com isso, a CG 160 Start, até então movida exclusivamente a gasolina, também passa a aceitar etanol. A linha 2027 ainda recebe entrada USB-C e um novo comando no punho esquerdo com função lampejador de farol.

Honda CG 160 2027
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Imagem: Divulgação Honda

As novidades chegam no ano em que a família CG completa 50 anos de produção ininterrupta no Brasil. A comercialização da linha 2027 está prevista para começar em novembro de 2026.

5. Entrada USB-C em toda a linha

Uma das mudanças compartilhadas pelas quatro versões da Honda CG 160 2027 é a entrada USB-C. O equipamento permite carregar dispositivos eletrônicos durante o uso da motocicleta, recurso útil para quem utiliza o veículo em deslocamentos diários ou atividades profissionais.

Honda CG 160 2027
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Imagem: Divulgação Honda

A novidade passa a integrar as configurações Start, Cargo, Fan e Titan. Dessa forma, o equipamento deixa de ser um diferencial restrito a determinadas versões e passa a fazer parte de toda a família.

4. Novo comando com lampejador de farol

A linha 2027 também recebe um novo conjunto de comandos no punho esquerdo, agora com função lampejador. O recurso permite acionar momentaneamente o farol alto para sinalização.

A alteração contempla as quatro versões da CG 160. O novo comando amplia as possibilidades de sinalização durante a condução sem alterar o conjunto mecânico da motocicleta.

Honda CG 160 2027
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Imagem: Divulgação Honda

3. Titan ganha iluminação integral em LED

A CG 160 Titan 2027 recebe um conjunto de iluminação em full LED, incluindo os indicadores de direção (setas). A versão também passa a contar com pisca-alerta, equipamento que permite acionar simultaneamente as luzes indicadoras de direção.

Honda CG 160 2027
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Imagem: Divulgação Honda

Nas demais configurações, os conjuntos de iluminação continuam sem alterações. A Fan mantém farol e lanterna traseira em LED, enquanto Start e Cargo seguem com lanterna traseira em LED.

2. Sistema ESS na CG 160 Titan

Outra novidade exclusiva da Titan 2027 é o ESS, sigla para Emergency Stop Signal. O sistema identifica frenagens bruscas e aciona automaticamente os indicadores de direção para alertar os demais usuários da via.

O objetivo do recurso é ampliar a sinalização em situações de desaceleração intensa, chamando a atenção de quem trafega atrás da motocicleta.

Honda CG 160 2027
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Imagem: Divulgação Honda

A Titan continua sendo a única versão da família CG 160 equipada com freios ABS. O sistema atua na frenagem para evitar o bloqueio das rodas nas condições em que entra em funcionamento. A configuração utiliza discos de freio nas rodas dianteira e traseira.

Start, Cargo e Fan, por sua vez, mantêm freio dianteiro a disco de 240 mm, tambor traseiro e sistema CBS, que distribui a força de frenagem entre as rodas.

1. Todas as versões passam a ser flex

A principal alteração mecânica da Honda CG 160 2027 é a ampliação do sistema FlexOne para toda a linha. A tecnologia permite utilizar gasolina ou etanol, eliminando a exclusividade da gasolina na versão Start.

Honda CG 160 2027
Honda CG 160 2027
Imagem: Divulgação Honda

Com a mudança, as quatro configurações passam a aceitar os dois combustíveis. A novidade amplia as opções de abastecimento para quem escolhe a versão de entrada, enquanto Fan e Titan mantêm suas especificações de potência e torque declaradas para cada combustível.

A Start apresenta potência de 14,5 cv com gasolina e 14,7 cv com etanol. O torque informado é de 1,43 kgf.m e 1,44 kgf.m, respectivamente.

Nas versões Fan e Titan, a potência declarada é de 14,4 cv com gasolina e 14,7 cv com etanol, a 8.000 rpm. O torque chega a 1,41 kgf.m com gasolina e 1,43 kgf.m com etanol, a 6.750 rpm.

Honda CG 160 2027
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Imagem: Divulgação Honda

Motor e ciclística

Apesar das atualizações de equipamentos, a CG 160 2027 mantém o motor monocilíndrico OHC de 162,7 cm³, quatro tempos e arrefecimento a ar. O câmbio continua com cinco marchas.

A estrutura também permanece baseada no chassi Diamond Frame. Na suspensão dianteira, a motocicleta utiliza garfo telescópico com curso de 135 mm. Na traseira, o conjunto é formado por dois amortecedores, com curso de 106 mm.

O tanque de combustível tem capacidade para 14 litros. O peso seco varia conforme a versão: são 117 kg na Start e 120 kg na Titan.

Honda CG 160 2027
Honda CG 160 2027
Imagem: Divulgação Honda

Assim, as mudanças da linha 2027 estão concentradas principalmente na alimentação do motor e nos equipamentos de uso e sinalização, sem alterações anunciadas no conjunto básico de motor, transmissão e ciclística.

Preços da Honda CG 160 2027

A nova linha tem chegada prevista às concessionárias a partir de novembro de 2026. Os preços públicos sugeridos têm como referência São Paulo (SP) e não incluem frete ou seguro.

  • CG 160 Start: R$ 17.778, nas cores vermelho, prata metálico e preto.
  • CG 160 Cargo: R$ 18.884, na cor branca.
  • CG 160 Fan: R$ 19.449, nas cores vermelho, cinza metálico e cinza perolizado.
  • CG 160 Titan: R$ 21.098, nas cores azul perolizado, cinza metálico e vermelho.

A diferença entre a versão de entrada e a Titan é de R$ 3.320, considerando os preços sugeridos informados.

Honda CG 160 2027
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Imagem: Divulgação Honda

A Honda oferece garantia de três anos, sem limite de quilometragem, para a linha CG 160 2027. O pacote também prevê óleo Pro Honda gratuito em sete revisões, a partir da terceira manutenção, conforme as condições estabelecidas pela fabricante.

A primeira revisão deve ser realizada aos 1.000 km ou após seis meses, prevalecendo o que ocorrer primeiro. Depois, o intervalo passa a ser de 6.000 km ou seis meses.

Por

Junior Rodrigues

Jornalista, web designer, desenvolvedor web e editor do site Tudo de Motos.

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