Bajaj bate recorde mensal no Brasil com mais de 3,5 mil motos
Mês de agosto foi o melhor já registrado pela marca indiana no Brasil desde sua chegada
A Bajaj bateu seu recode mensal histórico de vendas no Brasil em agosto de 2026. De acordo com levantamento feito pelo MOTOO, com base nos dados oficiais de registro, a empresa teve o total de 3.521 exemplares emplacados no mercado nacional, o melhor resultado desde sua chegada em dezembro de 2022.
Com o resultado, a empresa superou o auge anterior, de julho passado, quando alcançou 3.371 motos. O desempenho colocou a marca como a 5ª que mais emplacou motos no Brasil em agosto, atrás apenas de Honda, Yamaha, Shineray e Mottu. No mês, a gigante indiana obteve 1,72% de market share no país
Bajaj no acumulado
Embora tenha ficado no TOP 5 em agosto, a Bajaj está em 6º colocada no acumulado no ano, em uma forte disputa com a Avelloz, que é a 5ª. A Bajaj soma 24.887 exemplares entre janeiro e agotso, enquato a Avelloz possui 25.291 exemplares.
Pulsar 150 é a mais vendida da marca
Em agosto, a Pulsar N150 atingiu o patamar de 1.127 unidades emplacadas, o que a coloca como a Bajaj mais vendida. Na sequência, aperencem Dominar 400, com 818 exemplares, seguida da NS400Z, com 554 unidades.
Histórico no Brasil
A Bajaj passou a atuar diretamente no mercado brasileiro em dezembro de 2022, quando inaugurou sua operação por meio de uma subsidiária própria. Em outros países da América do Sul, a fabricante indiana mantém presença principalmente por meio de importadores e distribuidores.
A produção nacional começou em junho de 2024, com a entrada em operação da fábrica instalada em Manaus (AM). A unidade é a primeira planta produtiva da Bajaj fora da Índia e foi inaugurada com capacidade para fabricar até 20 mil motocicletas por ano.
Em 2025, a empresa realizou um novo aporte na unidade para ampliar sua estrutura industrial. Com a expansão, a capacidade produtiva projetada passou a ser de até 48 mil motocicletas anuais. A operação reúne mais de 200 pessoas, entre funcionários diretos e indiretos.
A fábrica funciona no sistema CKD (Completely Knock Down), em que as motocicletas chegam ao local desmontadas para a realização das etapas de produção. O processo inclui a preparação dos kits, montagem dos motores e das motocicletas, controle de qualidade, embalagem e expedição, além de solda e pintura de chassis.
